segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Desculpem-me. Eu sei, meu blog, depois de algumas postagens, está parecendo um Fotolog, aquele negocinho (que eu já tive um) que é um álbum virtual e você espera os comentários (os melhores sempre) sobre o que você ou alguém fotografou. Posso ser sincero? Há alguns dias venho sendo elogiado por minhas "fotos-orkutianas". Alguns dizem que acompanham minhas fotos como uma foto-novela. Isso é bom? Não, não sei se é. Talvez, esteja perdendo a intimidade (como se no orkut existisse) ou sendo reconhecido por um bom-amador-trabalho. Então, o que quero dizer com tudo isso? A foto (acima) foi um momento de "vamos se amostrar em público" e aceito por uma pessoa que menos do que eu, ama fotografia. Veja! Na fotografia eu expresso mais do que qualquer palavra que ousasse transcrever no papel. Meu B(foto)log terá suas mudanças se necessárias, mas continuará com a essência que ele possui, de ser "o que eu penso"

Leia Mais

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Andinho and me
ONG Mamãe sem filhinhos
ONG minininhos sem papai
ONG mininos das blusinhas curtinhas

Leia Mais

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Desculpe-me Alice...

O lugar não era o melhor, lá, nunca estive antes. Formados por paredes rabiscadas e um toillet sujo de lugares-sombrios, o lugar cavernoso, como alguns ousaria chamar, me fez pensar em uma fase da vida de alguns personagens históricos, que até então não teria prestado atenção de quanto eles foram intensos na minha vida. Do outro lado daquilo que poderia se chamar, “just place”, em frente a mim, estava um garoto de seus 20 anos. Ele me fez julgar que diariamente sua presença era constante alí, seja para encontrar “grandes” amigos ou apenas afogar qualquer coisa que fosse, naquele seu copo minúsculo acompanhado de limão e um pedaço de algo em um espeto, que não o dava muito prazer, pois a cada degustação ele urrava, mas na verdade, acho que eram gritos de satisfação dados pelo prazer de algo que queima a alma e o faz esquecer a vida, essa... cof cof... vida. Deixando o cara com seus gritos de: “agüento mais uma” – eu voltei a pensar nos personagens que até então eram tudo que queria ser. O Super-homem já me fez querer voar e nessas loucuras pulei da cama dos meus pais, achando simplesmente, que estava caindo da Torre Eiffel. O Batman? Caro Batman dono de um mega-carro que anos de universidade e sonhos não me faria possuir nunca, até mesmo porque ele é tão irreal quanto os poderes do ilustríssimo e elegante amigo-másculo e suspeito Batman, que me instigou querer morar numa caverna. Se eu pudesse não ser algum, mesmo não sendo nenhum deles, eu me atormentaria vivendo como um homem-aranha, até mesmo porque minha aracnofobia me faria, constantemente, viver num dilema de crise de identidade constante, e eu, não estou preparado pra isso nunca. Mas, de todos eles, parei por um instante em uma garota, não que eu queira ser sua personagem, até mesmo porque não estou preparado pra vestir “jardineiras” (roupinhas de meninas prendadas e educadas em casa de famílias tradicionais). Eu me vi sendo seguido por uma garota de olhos castanhos e cabelos loiros, ela me perguntava sobre tempo e eu como um coelho atrapalhado, vivo alguns minutos atrasado do tempo que busco, não pude dá resposta aos seus questionamentos. Desculpe-me minha cara Alice, mas o mundo que vivo não é o País das Maravilhas que você busca, se foi, ele hoje muda constantemente de Maravilhas para um antônimo que não encontro para definir. Não coma e não beba nada, me deixa fazer isso por você, a única coisa que preciso é me alimentar e tomar algo que me queime a alma, como aquele garoto que urrava de satisfação. Queria sentir e senti isso, com alguns copos de algo que meu paladar não reconhecia, pois nunca o foi dado o prazer de sentir. Voltando ao meu “just place” (darei esse nome ao lugarzinho que agora é “só meu”) o som me levou àqueles forrozinhos do sítio que meus amigos e eu costumávamos ir quando adolescentes desesperados por um beijo (vida de garotos de 15 anos na década de 90). Tocava na vitrola, estou querendo cinematografar, na verdade era um DVD moderno comprado por R$99,00 reais naquelas lojas que nos dão A SENHA (publicidade total aqui).
Ao som de um brega-rasgado daqueles que doem na alma, eu dividi comigo alguns versos quebrados: “Ela que me deixou sem saída, ela que é minha vida” – “Canto para aliviar essa saudade que me dói, porque ela saiu de casa e levou a minha vida”, mas também ri de desespero, na verdade, eu ri de mim mesmo, porque está naquela situação, naquele momento tão meu e irreconhecível, é muito “funny” para se levar a sério. De tudo isso, aprendi uma coisa, minha estimada Alice. Não me siga, pergunte ou me consuma nesse momento, estou num prazo de validade de tempo que meu relógio anda duas horas a menos que qualquer outro fuso-horário. Você hoje é minha preocupação, talvez por sua sensibilidade e inocência, e por tudo isso eu te digo que não estou apto a te dar uma direção e sim a te desviar dessa corrida para se chegar a lugar nenhum. Come a maçã, joga tuas tranças ou espera uma fada te transformar em princesa, mas saiba que aqui, chegará um Batman, voando como um Super-homem jogando a teia pra te segurar e não te levar para o mundo que é o antônimo do seu País das Maravilhas.

Leia Mais

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Acho que preciso de alguém ao meu lado que não chore com minha situação, mas que ria dela pra eu ver que não passa de uma P-A-L-H-A-Ç-A-D-A... Que é dessa forma que eu me vejo: “um palhaço, querendo atenção e platéia ovacionando minhas lágrimas...”.

Leia Mais

terça-feira, 17 de novembro de 2009

O CARA

Tudo terminou numa conversa pelo celular, cama box, pelado, ao som de “The lion sleep tonight”. Calma, não é isso que pensas, se ousas pensar algo aqui onde, “sou o que penso” e não “o que vocês pensam”. Mais um final de semana. Não como todos os outros, neste, eu encontrei, re-encontrei, ri, chorei, comecei e temporizei algumas coisas. Fiz mais do que eu pensava e agi, como achei melhor. Resumo tudo nas longas conversas, das mais sérias às mais desorganizadas que João Paulo (meu irmão) e eu tivemos nesses anos de laços sanguíneos. Onde se chegou a conclusões que "Amor se sente e não se fala". A conversa? (para matar a curiosidade da minha cunhada) seguiu uma linha de acontecimentos recentes até se chegar ao futuro. E porque não mulheres (as nossas)? Estudos e Futebol? Futebol? Tudo bem, retiro o futebol, ninguém acreditará nisto. Ninguém = pessoas que me conhecem. O frio não era nosso amigo, talvez a cerveja que sempre acompanho com minhas latas de refrigerantes nos transferiu a uma temperatura insólita, daquelas tão singulares, tão de momentos só deles (entendam aí o que quero dizer). E a moto? Será que desconfiaram? Não, somos gatunos da noite e poderíamos roubar um banco irmão, se tivéssemos tamanha coragem, na verdade, ao seu lado, eu roubaria. Acho que viver um longo período numa cadeia pública, sem pizzas, refrigerantes, cervejas e lasanhas nos faria bem. Não, não faria mesmo, vou parar de achar que tudo é perfeito só por está contigo, se não, ficará sem graça ser teu irmão. Vamos brigar um dia né? E pedir perdão. Vai ser bom um abraço de desculpas, ele sempre vem acompanhado de uma outra vontade de ficar perto de novo, de novo e de novo, ou melhor, sempre! Pensa que esqueci do almoço? Na minha casa, acompanhado de uma repetição de prato. Não estou reclamando que você comeu muito, mas estou feliz por vocês gostar de algumas coisas que eu gosto e sinto falta, a comida de casa (sem saudosismos, please). E o filme? “O Exterminador do Futuro: A Salvação” – Juro, nunca gostei do gênero, mas vidrei em John Connor e sua força para salvar a humanidade. Queria ser ele por alguns instantes e salvar a mim mesmo. Uma tarde acompanhada de amigos, cerveja, conversas, ex-mulheres que perseguem a mente humana e muitas risadas. Deveria não existir celulares, quando ouvi (João interpretando seu toque do celular) a chamada, pensei: “acabou o dia por aqui”. Mas, tudo bem, faltava só cortar o cabelo e ir pra casa, o dia já tinha sido tão bom, que se o mundo se acabasse ali, eu gritaria: “Estou satisfeito Deus, Obrigado”. Pra finalizar o final de semana, com seus altos e baixos, a última ligação do domingo durou 1:10h e teve a companhia de minha cunhada e o cobertor. “Não atende, não atende” - Palavras de uma pessoa sábia, que instintivamente diz: “Ele é meu agora, peraê” – Não é Lu? Mas, quem era do outro lado da linha? Ele, só podia ser ele, o cara que ia dormir pensando: “Não dei o último abraço desse final de semana, tenho certeza que vou pensar nisso uma semana inteira”. EU! De uma conversa quase na madrugada só se podia esperar. Poucos trajes, muitas risadas e música. Das bregas as mais clássicas, do rock ao romântico. Esqueci o pagode, desculpa irmão, mas... Das risadas e detalhes sórdidos de intimidades só dele que fiquei meio que pensando: “ele está falando isso?”. Estávamos na cama, a dele box (não esqueço o orgulho dele dizer) e a minha, um colchão caro que minha mãe tem o prazer de dizer que durmo em coisa boa (risos) e nada mais que cuecas. Claro, não usamos pijamas, até mesmo porque o calor que faz nosso cariri, dormir de pijama seria algo que... Desconfiar da integridade dos pobres rapazes (risos, muitos risos). O que ficará para sempre serão as traduções feitas pelo inglês “fluente” do meu irmão. Do cachorrinho que não se podia bater porque ele era da família em “Endless love” e do “Boa Noite, vá dormir que eu ainda vou aproveitar aqui, enquanto estou acordado”, tudo isso numa conversa informal e regada a grandes risadas quase a 00h. E o que menos preocupava? O sono e o acordar às 4h da manhã pra seguir viagem ou às 5h para começar o dia de trabalho. Nesse momento, estou com sono, mas ficaria mais uma noite com ele ligado no outro lado da linha, esperando os créditos acabarem e o celular gritar ao meu ouvido. TUM TUM TUM

Leia Mais

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Joguei fora os últimos dias...

Parei os dias pra pensar que estou a pensar mais do que agir. Descobri que estou com uma síndrome de alguma coisa que as pessoas têm quando... (sei lá). Dos dias de ontem pra cá, eu descobri uma sensibilidade que antes não conhecia. Passei a ver os Romances mais românticos do que eles realmente são e parei de achar os Dramas apenas ficção, na verdade, aquilo é vida e poderá ser a minha ou a sua a qualquer momento. Calma, não estou louco ou me sentindo um poeta. Não acho que a partir de hoje irei criar poemas de amor, amizade ou solidão porque descobri que choro pela morte de um cachorro em um longa que me emocionou mais que o livro. Espera um pouco, se não chorei no livro, era porque antes eu era insensível? Preciso reler (Marley e EU) e descobrir isso. Caminhando na companhia das melhores pessoas, as que hoje intitulo como tais, eu falo e por instantes, desabafo sentimentos que até então eles estavam perdidos dentro de mim. Se eles não gostam, até então, não reclamaram. Tudo bem, algu(m)ns já cansaram e já o(s) deixo livre desde já deste fardo. Descobri nos meus momentos de alucinação que a vida continua e eu estou perdendo a linha que devo seguir pra chegar à frente de onde estou. Eu chorei demais, me escondi demais e hoje busco (calado) uma solução para meus momentos de “coitadinho”. Hoje eu estou rindo. De alegria? (“minha alegria é triste” – como diria Bethânia.), de tristeza? Ou de fuga de um mundo que ousa estalar aos meus ouvidos que está muito próximo e estou quase nele? Não sei! Só sei que rio para mostrar as pessoas que ainda sou e posso continuar meus momentos de felicidades constantes (hoje eles são momentaneamente anormais). Eu tirei das minhas dores a minha solução, filtrei de todos os abraços os melhores e dos beijos os mais sinceros. Lembrei que o que cativo está sobre minha responsabilidade, mas acredito que se limita a vontade de quem é cativado querer esse cuidado. “Os amigos não são os mesmos, as aparências enganam e eu sei que depois dele(s) aparecerão mais... As canções mentem, os autores são mentirosos que se refugiam numa verdade-irreal e nós somos tolos ao ouvir, cantar e não saber definir real de irreal. Caetano, pára de me encher o saco. Eu não gosto de ver nenhum leãozinho. Certo? Eu gosto de coisas e pessoas reais. Das que me cobram, das que “me abraçam e me beijam e chamam-me de meu amor”, das que respondem no celular, das que posso fotografar, que choro de saudade, que me fazem sentir bem. Gosto, daquelas que não cansam, que choram, que sorriem, das que brigam por um sorriso, das que abraçam pela necessidade e não pela obrigação. Eu amo aquelas pessoas que suportam o peso da dor e dizem “sustenta em mim, eu ainda agüento um pouquinho”, que questionam o meu estar, que traçam meu caminho por achar que é o melhor para mim. Cansei de tudo, cansei até de mim, mas joguei fora meus últimos dias de solidão para dá espaço aos abraços que aguardo e aos sorrisos inflamados que chegarão aos meus lábios pelo tempo. Joguei fora tudo, sabendo que ficaram resquícios no meu coração que me trarão para o real. Enquanto isso, vou enganando a vida, sorrindo e dizendo pra mim mesmo: “Você é a única pessoa em quem você pode confiar para não sofrer, pois você nunca se decepcionará com você mesmo”

Leia Mais

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Twittando

@araújoCésar – “No trabalho com vontade de estar no mundo” @araújoCésar – “Hoje chorei de saudades e desgosto de alguma coisa que não sei o que é” @araújoCésar – “Minha mãe me comprou cuecas novas” @araújoCésar – “Sonhei com meu irmão (Allan), agarrado e chorando muito por estar o vendo, acordei chorando” @araújoCésar – “A secretária do meu setor, na empresa, está enviando envelopes para os outros setores, acho que é um caso de espionagem secreta oO” @araújoCésar – “Estou sentindo saudades dos meus irmãos” @araújoCésar – “acabei de saber que participarei de uma confraternização na FIEP e terei que gastar R$15 para isso” @araújoCésar – “Falei sobre e sexo e como se faz sexo hoje no trabalho” @araújoCésar – “Estou sentindo raiva de uma música que está tocando no meu celular” @araújoCésar – “Hoje vou assistir aula a noite, pois estou no estágio pela manhã” @araújoCésar – “Tenho que comprar Gel para cabelo, acabou!” @araújoCésar – “Eu sinto que aquela pessoa que se diz ser, ela não é” @araújoCésar – “Comi tantos biscoitos no trabalho que estar me dando dor na barriga” @araújoCésar – “Preciso falar com minha noiva sobre algo que não lembro” @araújoCésar – “Vou comer minha lata de leite condensando com biscoitos” @araújoCésar – “Meu tênis está combinando com o cinto que comprei baratinho num camelô” @araújoCésar – “Eu inventei a idéia de ter um Twitter exclusivo” @araújoCésar – “Não consegui postar meu texto na formatação que eu queria nesse blog, que merda!"

Leia Mais

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Fique por Dentro

O Fique por Dentro é um informativo interno da Federeção das Indústria da Paraíba (FIEP). Semanalmente, ele é produzido e divulgado nos murais e e-mail's dos colaboradores (funcionários) do Sistema.
Nessa publicação, Catarina Castro (publicitária) e eu (jornalista) fomos destaque de apresentação...
Tenho orgulho de produzir e publicar esse informativo, que já é reconhecido e bastante elogiado na Federação das Indústrias. Forma de reconhecimento pelo trabalho feito. Obrigado!

Leia Mais