quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Publicit(ar)ária e jornalist(ar)a

O publicitário é contratado para comunicar a imagem de seus clientes, através de estratégias elaboradas sob técnicas e pesquisas.
O jornalista trabalha com a captação e tratamento escrito, oral, visual ou gráfico, da informação em qualquer uma de suas formas e variedades.
Catarina Castro e Júlio César Araújo
Estagiários - Unicom FIEP

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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

EI!

Wecsley! Passa lá em casa e me acorda nos domingos de manhã, como você fazia, para conversarmos de todas as coisas que não estamos fazendo juntos, por eu estar distante.
Vicente! Pega a bicicleta e vamos ao sítio, eu revezo com você quando eu estiver pesando e você não poder levar “a carga”
Fabinho! Faz a pipoca e pega o filme na locadora que é mais barata e não tem lançamentos.
Edcarla! Vamos estudar biologia, não aprender nada e comer as bolachas da tua casa.
Danielly (DanDan)! Me fala daquela cirurgia que tu fizestes, pra eu poder sentir pena e ter raiva de tuas reclamações.
Daniele (Ceará)! Quero falar inglês errado de novo todas as tardes de domingo.
Daniele (Campina Grande)! Vamos assistir aula no motiva e andar de carro pela cidade só pra gastar gasolina.
Marília (Mah)! As cuecas do vizinho estão lá penduradas, vamos rir e chamar ele de “frio de bicicleta”.
Fabrício! O treino de handbool na quadra do Estadual vai ser as 17:30m
Renato (Bandão)! Comprei um celular novo pra tu mexer e eu ter ciúmes e medo de tu quebrar.
Beetowe! Joga em mim produtos de limpeza pelo vitror do banheiro e come meu leite condensado só pra eu poder te chamar de amundiçado.
Renata! Senta comigo lá naquele banquinho e vamos tomar sorvete.
Well! Grita aquele Aiiin, e fica com vergonha quando ver um cara bonito que olhou pra tu.
Wenio! Seja baixo como você é, só pra eu dizer: “Tu é baixo”
Adson! Vamos lanchar aquele pastel e falar das coisas ruins, pra tentar encontrar uma solução pra elas.
Evelinne! Vamos brigar pra fazer as pazes novamente e sermos os melhores amigos!
Sandra! Vamos falar de coisas inteligentes nas tardes de finais de semana, quando não estivermos afim de sermos tão ignorantes como o mundo.
Anny! Corre atrás de mim pelas ruas, gritando -"Pega ele pra tomar o remédio controlado" - pra todo mundo achar que eu sou louco.
Flaviano! Vamos comer bolo de chocolate na mesma lanchonete de sempre.
Giulianne! Me fala de tuas teorias, só pra eu me sentir "burrinho" perto de tu!
May! Diz assim: "Ain chiquênho" sempre que tu gostar de alguma coisa!
Shy! Vamos pro show de Biquini Cavadão em Maturéia, rir da vida que às vezes é insuportável.
Feras! Vamos marcar aquela festa na casa de qualquer um que a mãe tenha viajado.

Alguém topa?

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Cansei

“Eu cansei de tudo isso cara, desculpa dizer, mas cansei. Você está me cobrando muito e o pior é que isso está me deixando pra baixo. É um PESO pra mim, muitas vezes não durmo por sono, mas por cansaço. Não aguento mais chegar em casa, pois o clima me deixa mal. Cansei cara, desculpa eu estar te dizendo isso, mas eu cansei”.
Único texto de não-autoria minha.

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terça-feira, 20 de outubro de 2009

Palavras-chaves: Sentir, sofrer, amar, perdoar e recomeçar

Não! Indiscutivelmente não quero falar de amor, amigos e essas coisas boas que a vida mostra que são necessárias. Quero, sem pestanejar, delinear alguma coisa que mostre dor, seja ela física ou emocional. Mais uma vez, eu parei pra sentir o que meu coração sentia no seu palpitar. A todo momento, eram batidas disritmadas como aqueles grupinhos de pagodes (bons) nos bares dos bairros periféricos da cidades. Esse bater me fez entrar durante a noite, numa questão de perca, traição, perdão e recomeço. Tudo, porque eu analisei uma vida. Uma vida de 25 anos, cheias de altos e baixos e atualmente mediada pelo sol e as estrelas, onde apenas me dizem: “é dia e noite”. Quando me questionei sobre as percas, eu resumi em falhas, talvez minhas ou dele(s), falhas que fizeram o sentimento diluir-se e buscar socorro para correr novamente na veia. Através do ato falho, vem-se a traição, o perdão e o recomeço (muito complicado). O trair é uma ação que trás incontestavelmente a busca do perdão, errar é um ato digno do ser humano, ele mais que ninguém (não gostei desta expressão) sabe que errar é um ato natural do homem, tanto como rever e poder perdoar. Um amigo hoje me disse que: “quando se perdoa, você deixa de carregar a pessoa (que falhou) nas costas. No momento em que você não perdoa, fica preso aquilo que te faz mal”. Palavras sábias para quem ouviu pouco e soube receitar um remédio certo para a alma. Perdoar é o maior ato que o homem pode provar a ele mesmo que é capaz. Mas, eu não serei ingênuo em dizer que é tão fácil quanto sorrir. Perdoar exige alma, exige sangue e uma entrega de si para um ser maior a você: “Deus”. Você não precisa esquecer os maus momentos que a vida te deu. Lembrar das coisas ruins é bom, isso deixa você vivo para vida e experiente o suficiente para novas experiências. Quando você esquece, você deixa de saber valorizar ou re-significar as pessoas na sua vida. Não diria a vocês que não amo, ou que não consigo perdoar. O sentimento de amor está intimamente ligado ao de perdoar e esquecer, para se ter um recomeço. Recomeço de algo que já teve um começo, mas que precisa de uma nova fase, de um novo caminho de um novo olhar. Talvez eu lembre um dia que as lágrimas, são necessárias para limpar a alma, mas eu ainda as traduzo como um alívio de um coração partido. Eu transcrevo meus sentimentos porque eu estou pronto, para dizer que amo com uma razão que só meu peito sente, que continuo a luta de tentar reconhecer o que é importante e querer sempre perdoar e aceitar a vida. Hoje, afirmo com todas as palavras, sou uma pessoa melhor que fui ontem e pior do que serei amanhã. Hoje, eu te digo, que se eu pudesse, trocaria minha alma e meu coração para poder treinar e controlar minhas emoções. Que o fato de não estar aceitando o presente é uma lição para se chegar a um futuro renovado. Afirmo, categoricamente, eu sofri, perdoei e estou pronto para recomeçar. Basta a vida me mostrar que eu não perdi a essência das coisas que eu ainda as reconheço como as: MAIS IMPORTANTES DE MINHA VIDA.

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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

SexO

Não existe nada melhor sexo. O ser humano sente prazer, o prazer é desenvolvido com algo que se liga a todos os sentidos do corpo. Transar estimula todos os desejos e assim ... Eu sinto prazer comendo por horas, mas prefiro ainda meus segundos de loucura. (entendam)! Sexo é melhor que comer chocolates. Não acredito na ciência, não acredito em cientistas. Quando eles dizem que chocolate é melhor que sexo, eles na verdade não sabem definir porque alguns dos experimentos não foram realmente experimentados. Se alguém encontrar algum chocolate que supere uma boa transa, eu digo, comprem todos, estoquem e, por favor, me dêem um pedaço nas noites que não estou com sono. Ah mãe! Pare com seu moralismo, eu nasci por causa disso e meu pai te ama por que vocês fazem isso. Amor não sobrevive sem contato, sem amasso, sem suor, sem um puxão de cabelo ou um gemido na orelha. Deixem de ser hipócritas e deixem-me falar que sou “viciado” em sexo. Pronto! E eu falo mais: “nada melhor que sentir prazer escondido, ou esconder que sentiu prazer”. Ressalto: “nada melhor que deixar as pessoas achando que você acabou de fazer algo enquanto estava trancado no quarto (claro que acompanhado. Poupem-me de suas mentes “santificadas”)”. No carro, no quarto, no elevador, na escadaria do prédio, na casa da amiga(o), enfim, onde der vontade e tiver jeito de aproveitar o momento sem que ninguém saiba, sem que ninguém ouse saber, principalmente, quando fatores como, pais, religião e lugar oprime. Que saco tudo isso! E o suor? Que salga o corpo e diz a você mesmo, eu estou dando e recebendo prazer. As mãos que deslizam pelo corpo e chega a lugares (cof cof), que só a gente, naquele momento, pode chegar. Com isso, vêm as proibições, essas que não limitam, mas instigam novas tentativas. A proibição de qualquer ato dar prazer, concordo com os cientistas agora, comer uma barra de chocolate roubada no supermercado, é melhor que sexo trancado no quarto do motel. Fundamentalmente, chocolate é melhor que sexo, nesse sentido. Fazer sexo é relutar com o prazer e a vontade de fazer algo que será novo e prazeroso e novo (novamente) outra vez quando é feito de outra forma. Afirmo (sem dados), não existe a fórmula certa para transar, tudo se resume em: tirar, pegar, suar, gozar e descansar. Mas, cada um que faça da sua forma. A entrega exige apenas, entrega! E as medidas? Quem prova ou comprova que as diferenças não se encaixam perfeitamente. O branco e o preto, o alto e o baixo, o pequeno e o grande (pensem o que quiseram com esses dois últimos adjetivos, eu sei que vocês estão indo mais além que minhas linhas). E por fim, existe feio ou bonito? Não, no amor e no sexo, mais no amor é claro, não existe isso. O que vale é carne e o que ela proporciona.
E o que falta? Nada. Tudo se completa quando se faz necessário o complemento. A cueca furada não importa, a calcinha "bege" (na minha opinião, broxante) ninguém ver, e a depilação? Isso a gente percebe, afinal, o que mais chama atenção na hora do sexo é o sexo. E vocês devem estar rindo de tudo isso e dizendo: “onde ele foi encontrar essa idéia?” - “Isso realmente foi Júlio que escreveu?”. Respondendo aos questionamentos imaginados. Encontrei esse tema dentro de uma pessoa que está livre para dizer o que acha, que se quer, pensou em algum momento julgar o certo ou errado diante do tema. Tirei esses pensamentos de um ser humano que cansou de falar a si mesmo que o certo era ser certo, quando o errado prevalece numa sociedade que instiga você a repensar suas idéias. Sexo é tão fácil, é tão simples, nada exige mais do que uma ereção e vontade. Diga-se de passagem, que nem sempre vontade e sim necessidade, seja física, moral ou financeira. Ia esquecendo (depois eu respondo a segunda pergunta que eu fiz achando que vocês estavam fazendo). Esquecendo do financeiro. Não me conformo com a prostituição, cobrar por algo que é tão bom é desumano. Dever-se-ia pagar, mas que ninguém se atrevesse a receber por isso. Comercializar o corpo não é bom, bom é descobri-lo de vergonha e das roupas. Quanto à segunda resposta. Fui eu sim que fiz. Fui eu que bati nas teclas do meu PC de forma desesperada para não perder tempo e o “prazer” no raciocínio. Fique bem claro, no R.A.C.I.O.C.Í.N.I.O. Fica minhas palavras, sem motivo, sem justificativa e sem intenção de julgamento algum, seu ou meu, ao meu texto ou a mim. Eu finalizo tudo, dizendo que, “Se tudo que eu escrevesse fosse verdade, eu seria uma mentira!”.

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