quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Just look

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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

MEDO

Eu estou sem palavras para qualquer texto, depois de ontem... Limitei meu tempo ao conteúdo de uma taça de... Percorri um caminho parado, apenas levado ao pensamento... Eu dormi com os ouvidos cansados... Eu senti MEDO... Eu me senti agradecido e envergonhado...

Era você?

Era eu!

Eu não peço desculpas de nada, nem exigo que peçam...

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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Desculpem-me. Eu sei, meu blog, depois de algumas postagens, está parecendo um Fotolog, aquele negocinho (que eu já tive um) que é um álbum virtual e você espera os comentários (os melhores sempre) sobre o que você ou alguém fotografou. Posso ser sincero? Há alguns dias venho sendo elogiado por minhas "fotos-orkutianas". Alguns dizem que acompanham minhas fotos como uma foto-novela. Isso é bom? Não, não sei se é. Talvez, esteja perdendo a intimidade (como se no orkut existisse) ou sendo reconhecido por um bom-amador-trabalho. Então, o que quero dizer com tudo isso? A foto (acima) foi um momento de "vamos se amostrar em público" e aceito por uma pessoa que menos do que eu, ama fotografia. Veja! Na fotografia eu expresso mais do que qualquer palavra que ousasse transcrever no papel. Meu B(foto)log terá suas mudanças se necessárias, mas continuará com a essência que ele possui, de ser "o que eu penso"

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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Andinho and me
ONG Mamãe sem filhinhos
ONG minininhos sem papai
ONG mininos das blusinhas curtinhas

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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Desculpe-me Alice...

O lugar não era o melhor, lá, nunca estive antes. Formados por paredes rabiscadas e um toillet sujo de lugares-sombrios, o lugar cavernoso, como alguns ousaria chamar, me fez pensar em uma fase da vida de alguns personagens históricos, que até então não teria prestado atenção de quanto eles foram intensos na minha vida. Do outro lado daquilo que poderia se chamar, “just place”, em frente a mim, estava um garoto de seus 20 anos. Ele me fez julgar que diariamente sua presença era constante alí, seja para encontrar “grandes” amigos ou apenas afogar qualquer coisa que fosse, naquele seu copo minúsculo acompanhado de limão e um pedaço de algo em um espeto, que não o dava muito prazer, pois a cada degustação ele urrava, mas na verdade, acho que eram gritos de satisfação dados pelo prazer de algo que queima a alma e o faz esquecer a vida, essa... cof cof... vida. Deixando o cara com seus gritos de: “agüento mais uma” – eu voltei a pensar nos personagens que até então eram tudo que queria ser. O Super-homem já me fez querer voar e nessas loucuras pulei da cama dos meus pais, achando simplesmente, que estava caindo da Torre Eiffel. O Batman? Caro Batman dono de um mega-carro que anos de universidade e sonhos não me faria possuir nunca, até mesmo porque ele é tão irreal quanto os poderes do ilustríssimo e elegante amigo-másculo e suspeito Batman, que me instigou querer morar numa caverna. Se eu pudesse não ser algum, mesmo não sendo nenhum deles, eu me atormentaria vivendo como um homem-aranha, até mesmo porque minha aracnofobia me faria, constantemente, viver num dilema de crise de identidade constante, e eu, não estou preparado pra isso nunca. Mas, de todos eles, parei por um instante em uma garota, não que eu queira ser sua personagem, até mesmo porque não estou preparado pra vestir “jardineiras” (roupinhas de meninas prendadas e educadas em casa de famílias tradicionais). Eu me vi sendo seguido por uma garota de olhos castanhos e cabelos loiros, ela me perguntava sobre tempo e eu como um coelho atrapalhado, vivo alguns minutos atrasado do tempo que busco, não pude dá resposta aos seus questionamentos. Desculpe-me minha cara Alice, mas o mundo que vivo não é o País das Maravilhas que você busca, se foi, ele hoje muda constantemente de Maravilhas para um antônimo que não encontro para definir. Não coma e não beba nada, me deixa fazer isso por você, a única coisa que preciso é me alimentar e tomar algo que me queime a alma, como aquele garoto que urrava de satisfação. Queria sentir e senti isso, com alguns copos de algo que meu paladar não reconhecia, pois nunca o foi dado o prazer de sentir. Voltando ao meu “just place” (darei esse nome ao lugarzinho que agora é “só meu”) o som me levou àqueles forrozinhos do sítio que meus amigos e eu costumávamos ir quando adolescentes desesperados por um beijo (vida de garotos de 15 anos na década de 90). Tocava na vitrola, estou querendo cinematografar, na verdade era um DVD moderno comprado por R$99,00 reais naquelas lojas que nos dão A SENHA (publicidade total aqui).
Ao som de um brega-rasgado daqueles que doem na alma, eu dividi comigo alguns versos quebrados: “Ela que me deixou sem saída, ela que é minha vida” – “Canto para aliviar essa saudade que me dói, porque ela saiu de casa e levou a minha vida”, mas também ri de desespero, na verdade, eu ri de mim mesmo, porque está naquela situação, naquele momento tão meu e irreconhecível, é muito “funny” para se levar a sério. De tudo isso, aprendi uma coisa, minha estimada Alice. Não me siga, pergunte ou me consuma nesse momento, estou num prazo de validade de tempo que meu relógio anda duas horas a menos que qualquer outro fuso-horário. Você hoje é minha preocupação, talvez por sua sensibilidade e inocência, e por tudo isso eu te digo que não estou apto a te dar uma direção e sim a te desviar dessa corrida para se chegar a lugar nenhum. Come a maçã, joga tuas tranças ou espera uma fada te transformar em princesa, mas saiba que aqui, chegará um Batman, voando como um Super-homem jogando a teia pra te segurar e não te levar para o mundo que é o antônimo do seu País das Maravilhas.

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Acho que preciso de alguém ao meu lado que não chore com minha situação, mas que ria dela pra eu ver que não passa de uma P-A-L-H-A-Ç-A-D-A... Que é dessa forma que eu me vejo: “um palhaço, querendo atenção e platéia ovacionando minhas lágrimas...”.

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terça-feira, 17 de novembro de 2009

O CARA

Tudo terminou numa conversa pelo celular, cama box, pelado, ao som de “The lion sleep tonight”. Calma, não é isso que pensas, se ousas pensar algo aqui onde, “sou o que penso” e não “o que vocês pensam”. Mais um final de semana. Não como todos os outros, neste, eu encontrei, re-encontrei, ri, chorei, comecei e temporizei algumas coisas. Fiz mais do que eu pensava e agi, como achei melhor. Resumo tudo nas longas conversas, das mais sérias às mais desorganizadas que João Paulo (meu irmão) e eu tivemos nesses anos de laços sanguíneos. Onde se chegou a conclusões que "Amor se sente e não se fala". A conversa? (para matar a curiosidade da minha cunhada) seguiu uma linha de acontecimentos recentes até se chegar ao futuro. E porque não mulheres (as nossas)? Estudos e Futebol? Futebol? Tudo bem, retiro o futebol, ninguém acreditará nisto. Ninguém = pessoas que me conhecem. O frio não era nosso amigo, talvez a cerveja que sempre acompanho com minhas latas de refrigerantes nos transferiu a uma temperatura insólita, daquelas tão singulares, tão de momentos só deles (entendam aí o que quero dizer). E a moto? Será que desconfiaram? Não, somos gatunos da noite e poderíamos roubar um banco irmão, se tivéssemos tamanha coragem, na verdade, ao seu lado, eu roubaria. Acho que viver um longo período numa cadeia pública, sem pizzas, refrigerantes, cervejas e lasanhas nos faria bem. Não, não faria mesmo, vou parar de achar que tudo é perfeito só por está contigo, se não, ficará sem graça ser teu irmão. Vamos brigar um dia né? E pedir perdão. Vai ser bom um abraço de desculpas, ele sempre vem acompanhado de uma outra vontade de ficar perto de novo, de novo e de novo, ou melhor, sempre! Pensa que esqueci do almoço? Na minha casa, acompanhado de uma repetição de prato. Não estou reclamando que você comeu muito, mas estou feliz por vocês gostar de algumas coisas que eu gosto e sinto falta, a comida de casa (sem saudosismos, please). E o filme? “O Exterminador do Futuro: A Salvação” – Juro, nunca gostei do gênero, mas vidrei em John Connor e sua força para salvar a humanidade. Queria ser ele por alguns instantes e salvar a mim mesmo. Uma tarde acompanhada de amigos, cerveja, conversas, ex-mulheres que perseguem a mente humana e muitas risadas. Deveria não existir celulares, quando ouvi (João interpretando seu toque do celular) a chamada, pensei: “acabou o dia por aqui”. Mas, tudo bem, faltava só cortar o cabelo e ir pra casa, o dia já tinha sido tão bom, que se o mundo se acabasse ali, eu gritaria: “Estou satisfeito Deus, Obrigado”. Pra finalizar o final de semana, com seus altos e baixos, a última ligação do domingo durou 1:10h e teve a companhia de minha cunhada e o cobertor. “Não atende, não atende” - Palavras de uma pessoa sábia, que instintivamente diz: “Ele é meu agora, peraê” – Não é Lu? Mas, quem era do outro lado da linha? Ele, só podia ser ele, o cara que ia dormir pensando: “Não dei o último abraço desse final de semana, tenho certeza que vou pensar nisso uma semana inteira”. EU! De uma conversa quase na madrugada só se podia esperar. Poucos trajes, muitas risadas e música. Das bregas as mais clássicas, do rock ao romântico. Esqueci o pagode, desculpa irmão, mas... Das risadas e detalhes sórdidos de intimidades só dele que fiquei meio que pensando: “ele está falando isso?”. Estávamos na cama, a dele box (não esqueço o orgulho dele dizer) e a minha, um colchão caro que minha mãe tem o prazer de dizer que durmo em coisa boa (risos) e nada mais que cuecas. Claro, não usamos pijamas, até mesmo porque o calor que faz nosso cariri, dormir de pijama seria algo que... Desconfiar da integridade dos pobres rapazes (risos, muitos risos). O que ficará para sempre serão as traduções feitas pelo inglês “fluente” do meu irmão. Do cachorrinho que não se podia bater porque ele era da família em “Endless love” e do “Boa Noite, vá dormir que eu ainda vou aproveitar aqui, enquanto estou acordado”, tudo isso numa conversa informal e regada a grandes risadas quase a 00h. E o que menos preocupava? O sono e o acordar às 4h da manhã pra seguir viagem ou às 5h para começar o dia de trabalho. Nesse momento, estou com sono, mas ficaria mais uma noite com ele ligado no outro lado da linha, esperando os créditos acabarem e o celular gritar ao meu ouvido. TUM TUM TUM

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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Joguei fora os últimos dias...

Parei os dias pra pensar que estou a pensar mais do que agir. Descobri que estou com uma síndrome de alguma coisa que as pessoas têm quando... (sei lá). Dos dias de ontem pra cá, eu descobri uma sensibilidade que antes não conhecia. Passei a ver os Romances mais românticos do que eles realmente são e parei de achar os Dramas apenas ficção, na verdade, aquilo é vida e poderá ser a minha ou a sua a qualquer momento. Calma, não estou louco ou me sentindo um poeta. Não acho que a partir de hoje irei criar poemas de amor, amizade ou solidão porque descobri que choro pela morte de um cachorro em um longa que me emocionou mais que o livro. Espera um pouco, se não chorei no livro, era porque antes eu era insensível? Preciso reler (Marley e EU) e descobrir isso. Caminhando na companhia das melhores pessoas, as que hoje intitulo como tais, eu falo e por instantes, desabafo sentimentos que até então eles estavam perdidos dentro de mim. Se eles não gostam, até então, não reclamaram. Tudo bem, algu(m)ns já cansaram e já o(s) deixo livre desde já deste fardo. Descobri nos meus momentos de alucinação que a vida continua e eu estou perdendo a linha que devo seguir pra chegar à frente de onde estou. Eu chorei demais, me escondi demais e hoje busco (calado) uma solução para meus momentos de “coitadinho”. Hoje eu estou rindo. De alegria? (“minha alegria é triste” – como diria Bethânia.), de tristeza? Ou de fuga de um mundo que ousa estalar aos meus ouvidos que está muito próximo e estou quase nele? Não sei! Só sei que rio para mostrar as pessoas que ainda sou e posso continuar meus momentos de felicidades constantes (hoje eles são momentaneamente anormais). Eu tirei das minhas dores a minha solução, filtrei de todos os abraços os melhores e dos beijos os mais sinceros. Lembrei que o que cativo está sobre minha responsabilidade, mas acredito que se limita a vontade de quem é cativado querer esse cuidado. “Os amigos não são os mesmos, as aparências enganam e eu sei que depois dele(s) aparecerão mais... As canções mentem, os autores são mentirosos que se refugiam numa verdade-irreal e nós somos tolos ao ouvir, cantar e não saber definir real de irreal. Caetano, pára de me encher o saco. Eu não gosto de ver nenhum leãozinho. Certo? Eu gosto de coisas e pessoas reais. Das que me cobram, das que “me abraçam e me beijam e chamam-me de meu amor”, das que respondem no celular, das que posso fotografar, que choro de saudade, que me fazem sentir bem. Gosto, daquelas que não cansam, que choram, que sorriem, das que brigam por um sorriso, das que abraçam pela necessidade e não pela obrigação. Eu amo aquelas pessoas que suportam o peso da dor e dizem “sustenta em mim, eu ainda agüento um pouquinho”, que questionam o meu estar, que traçam meu caminho por achar que é o melhor para mim. Cansei de tudo, cansei até de mim, mas joguei fora meus últimos dias de solidão para dá espaço aos abraços que aguardo e aos sorrisos inflamados que chegarão aos meus lábios pelo tempo. Joguei fora tudo, sabendo que ficaram resquícios no meu coração que me trarão para o real. Enquanto isso, vou enganando a vida, sorrindo e dizendo pra mim mesmo: “Você é a única pessoa em quem você pode confiar para não sofrer, pois você nunca se decepcionará com você mesmo”

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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Twittando

@araújoCésar – “No trabalho com vontade de estar no mundo” @araújoCésar – “Hoje chorei de saudades e desgosto de alguma coisa que não sei o que é” @araújoCésar – “Minha mãe me comprou cuecas novas” @araújoCésar – “Sonhei com meu irmão (Allan), agarrado e chorando muito por estar o vendo, acordei chorando” @araújoCésar – “A secretária do meu setor, na empresa, está enviando envelopes para os outros setores, acho que é um caso de espionagem secreta oO” @araújoCésar – “Estou sentindo saudades dos meus irmãos” @araújoCésar – “acabei de saber que participarei de uma confraternização na FIEP e terei que gastar R$15 para isso” @araújoCésar – “Falei sobre e sexo e como se faz sexo hoje no trabalho” @araújoCésar – “Estou sentindo raiva de uma música que está tocando no meu celular” @araújoCésar – “Hoje vou assistir aula a noite, pois estou no estágio pela manhã” @araújoCésar – “Tenho que comprar Gel para cabelo, acabou!” @araújoCésar – “Eu sinto que aquela pessoa que se diz ser, ela não é” @araújoCésar – “Comi tantos biscoitos no trabalho que estar me dando dor na barriga” @araújoCésar – “Preciso falar com minha noiva sobre algo que não lembro” @araújoCésar – “Vou comer minha lata de leite condensando com biscoitos” @araújoCésar – “Meu tênis está combinando com o cinto que comprei baratinho num camelô” @araújoCésar – “Eu inventei a idéia de ter um Twitter exclusivo” @araújoCésar – “Não consegui postar meu texto na formatação que eu queria nesse blog, que merda!"

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terça-feira, 3 de novembro de 2009

Fique por Dentro

O Fique por Dentro é um informativo interno da Federeção das Indústria da Paraíba (FIEP). Semanalmente, ele é produzido e divulgado nos murais e e-mail's dos colaboradores (funcionários) do Sistema.
Nessa publicação, Catarina Castro (publicitária) e eu (jornalista) fomos destaque de apresentação...
Tenho orgulho de produzir e publicar esse informativo, que já é reconhecido e bastante elogiado na Federação das Indústrias. Forma de reconhecimento pelo trabalho feito. Obrigado!

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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Publicit(ar)ária e jornalist(ar)a

O publicitário é contratado para comunicar a imagem de seus clientes, através de estratégias elaboradas sob técnicas e pesquisas.
O jornalista trabalha com a captação e tratamento escrito, oral, visual ou gráfico, da informação em qualquer uma de suas formas e variedades.
Catarina Castro e Júlio César Araújo
Estagiários - Unicom FIEP

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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

EI!

Wecsley! Passa lá em casa e me acorda nos domingos de manhã, como você fazia, para conversarmos de todas as coisas que não estamos fazendo juntos, por eu estar distante.
Vicente! Pega a bicicleta e vamos ao sítio, eu revezo com você quando eu estiver pesando e você não poder levar “a carga”
Fabinho! Faz a pipoca e pega o filme na locadora que é mais barata e não tem lançamentos.
Edcarla! Vamos estudar biologia, não aprender nada e comer as bolachas da tua casa.
Danielly (DanDan)! Me fala daquela cirurgia que tu fizestes, pra eu poder sentir pena e ter raiva de tuas reclamações.
Daniele (Ceará)! Quero falar inglês errado de novo todas as tardes de domingo.
Daniele (Campina Grande)! Vamos assistir aula no motiva e andar de carro pela cidade só pra gastar gasolina.
Marília (Mah)! As cuecas do vizinho estão lá penduradas, vamos rir e chamar ele de “frio de bicicleta”.
Fabrício! O treino de handbool na quadra do Estadual vai ser as 17:30m
Renato (Bandão)! Comprei um celular novo pra tu mexer e eu ter ciúmes e medo de tu quebrar.
Beetowe! Joga em mim produtos de limpeza pelo vitror do banheiro e come meu leite condensado só pra eu poder te chamar de amundiçado.
Renata! Senta comigo lá naquele banquinho e vamos tomar sorvete.
Well! Grita aquele Aiiin, e fica com vergonha quando ver um cara bonito que olhou pra tu.
Wenio! Seja baixo como você é, só pra eu dizer: “Tu é baixo”
Adson! Vamos lanchar aquele pastel e falar das coisas ruins, pra tentar encontrar uma solução pra elas.
Evelinne! Vamos brigar pra fazer as pazes novamente e sermos os melhores amigos!
Sandra! Vamos falar de coisas inteligentes nas tardes de finais de semana, quando não estivermos afim de sermos tão ignorantes como o mundo.
Anny! Corre atrás de mim pelas ruas, gritando -"Pega ele pra tomar o remédio controlado" - pra todo mundo achar que eu sou louco.
Flaviano! Vamos comer bolo de chocolate na mesma lanchonete de sempre.
Giulianne! Me fala de tuas teorias, só pra eu me sentir "burrinho" perto de tu!
May! Diz assim: "Ain chiquênho" sempre que tu gostar de alguma coisa!
Shy! Vamos pro show de Biquini Cavadão em Maturéia, rir da vida que às vezes é insuportável.
Feras! Vamos marcar aquela festa na casa de qualquer um que a mãe tenha viajado.

Alguém topa?

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Cansei

“Eu cansei de tudo isso cara, desculpa dizer, mas cansei. Você está me cobrando muito e o pior é que isso está me deixando pra baixo. É um PESO pra mim, muitas vezes não durmo por sono, mas por cansaço. Não aguento mais chegar em casa, pois o clima me deixa mal. Cansei cara, desculpa eu estar te dizendo isso, mas eu cansei”.
Único texto de não-autoria minha.

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terça-feira, 20 de outubro de 2009

Palavras-chaves: Sentir, sofrer, amar, perdoar e recomeçar

Não! Indiscutivelmente não quero falar de amor, amigos e essas coisas boas que a vida mostra que são necessárias. Quero, sem pestanejar, delinear alguma coisa que mostre dor, seja ela física ou emocional. Mais uma vez, eu parei pra sentir o que meu coração sentia no seu palpitar. A todo momento, eram batidas disritmadas como aqueles grupinhos de pagodes (bons) nos bares dos bairros periféricos da cidades. Esse bater me fez entrar durante a noite, numa questão de perca, traição, perdão e recomeço. Tudo, porque eu analisei uma vida. Uma vida de 25 anos, cheias de altos e baixos e atualmente mediada pelo sol e as estrelas, onde apenas me dizem: “é dia e noite”. Quando me questionei sobre as percas, eu resumi em falhas, talvez minhas ou dele(s), falhas que fizeram o sentimento diluir-se e buscar socorro para correr novamente na veia. Através do ato falho, vem-se a traição, o perdão e o recomeço (muito complicado). O trair é uma ação que trás incontestavelmente a busca do perdão, errar é um ato digno do ser humano, ele mais que ninguém (não gostei desta expressão) sabe que errar é um ato natural do homem, tanto como rever e poder perdoar. Um amigo hoje me disse que: “quando se perdoa, você deixa de carregar a pessoa (que falhou) nas costas. No momento em que você não perdoa, fica preso aquilo que te faz mal”. Palavras sábias para quem ouviu pouco e soube receitar um remédio certo para a alma. Perdoar é o maior ato que o homem pode provar a ele mesmo que é capaz. Mas, eu não serei ingênuo em dizer que é tão fácil quanto sorrir. Perdoar exige alma, exige sangue e uma entrega de si para um ser maior a você: “Deus”. Você não precisa esquecer os maus momentos que a vida te deu. Lembrar das coisas ruins é bom, isso deixa você vivo para vida e experiente o suficiente para novas experiências. Quando você esquece, você deixa de saber valorizar ou re-significar as pessoas na sua vida. Não diria a vocês que não amo, ou que não consigo perdoar. O sentimento de amor está intimamente ligado ao de perdoar e esquecer, para se ter um recomeço. Recomeço de algo que já teve um começo, mas que precisa de uma nova fase, de um novo caminho de um novo olhar. Talvez eu lembre um dia que as lágrimas, são necessárias para limpar a alma, mas eu ainda as traduzo como um alívio de um coração partido. Eu transcrevo meus sentimentos porque eu estou pronto, para dizer que amo com uma razão que só meu peito sente, que continuo a luta de tentar reconhecer o que é importante e querer sempre perdoar e aceitar a vida. Hoje, afirmo com todas as palavras, sou uma pessoa melhor que fui ontem e pior do que serei amanhã. Hoje, eu te digo, que se eu pudesse, trocaria minha alma e meu coração para poder treinar e controlar minhas emoções. Que o fato de não estar aceitando o presente é uma lição para se chegar a um futuro renovado. Afirmo, categoricamente, eu sofri, perdoei e estou pronto para recomeçar. Basta a vida me mostrar que eu não perdi a essência das coisas que eu ainda as reconheço como as: MAIS IMPORTANTES DE MINHA VIDA.

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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

SexO

Não existe nada melhor sexo. O ser humano sente prazer, o prazer é desenvolvido com algo que se liga a todos os sentidos do corpo. Transar estimula todos os desejos e assim ... Eu sinto prazer comendo por horas, mas prefiro ainda meus segundos de loucura. (entendam)! Sexo é melhor que comer chocolates. Não acredito na ciência, não acredito em cientistas. Quando eles dizem que chocolate é melhor que sexo, eles na verdade não sabem definir porque alguns dos experimentos não foram realmente experimentados. Se alguém encontrar algum chocolate que supere uma boa transa, eu digo, comprem todos, estoquem e, por favor, me dêem um pedaço nas noites que não estou com sono. Ah mãe! Pare com seu moralismo, eu nasci por causa disso e meu pai te ama por que vocês fazem isso. Amor não sobrevive sem contato, sem amasso, sem suor, sem um puxão de cabelo ou um gemido na orelha. Deixem de ser hipócritas e deixem-me falar que sou “viciado” em sexo. Pronto! E eu falo mais: “nada melhor que sentir prazer escondido, ou esconder que sentiu prazer”. Ressalto: “nada melhor que deixar as pessoas achando que você acabou de fazer algo enquanto estava trancado no quarto (claro que acompanhado. Poupem-me de suas mentes “santificadas”)”. No carro, no quarto, no elevador, na escadaria do prédio, na casa da amiga(o), enfim, onde der vontade e tiver jeito de aproveitar o momento sem que ninguém saiba, sem que ninguém ouse saber, principalmente, quando fatores como, pais, religião e lugar oprime. Que saco tudo isso! E o suor? Que salga o corpo e diz a você mesmo, eu estou dando e recebendo prazer. As mãos que deslizam pelo corpo e chega a lugares (cof cof), que só a gente, naquele momento, pode chegar. Com isso, vêm as proibições, essas que não limitam, mas instigam novas tentativas. A proibição de qualquer ato dar prazer, concordo com os cientistas agora, comer uma barra de chocolate roubada no supermercado, é melhor que sexo trancado no quarto do motel. Fundamentalmente, chocolate é melhor que sexo, nesse sentido. Fazer sexo é relutar com o prazer e a vontade de fazer algo que será novo e prazeroso e novo (novamente) outra vez quando é feito de outra forma. Afirmo (sem dados), não existe a fórmula certa para transar, tudo se resume em: tirar, pegar, suar, gozar e descansar. Mas, cada um que faça da sua forma. A entrega exige apenas, entrega! E as medidas? Quem prova ou comprova que as diferenças não se encaixam perfeitamente. O branco e o preto, o alto e o baixo, o pequeno e o grande (pensem o que quiseram com esses dois últimos adjetivos, eu sei que vocês estão indo mais além que minhas linhas). E por fim, existe feio ou bonito? Não, no amor e no sexo, mais no amor é claro, não existe isso. O que vale é carne e o que ela proporciona.
E o que falta? Nada. Tudo se completa quando se faz necessário o complemento. A cueca furada não importa, a calcinha "bege" (na minha opinião, broxante) ninguém ver, e a depilação? Isso a gente percebe, afinal, o que mais chama atenção na hora do sexo é o sexo. E vocês devem estar rindo de tudo isso e dizendo: “onde ele foi encontrar essa idéia?” - “Isso realmente foi Júlio que escreveu?”. Respondendo aos questionamentos imaginados. Encontrei esse tema dentro de uma pessoa que está livre para dizer o que acha, que se quer, pensou em algum momento julgar o certo ou errado diante do tema. Tirei esses pensamentos de um ser humano que cansou de falar a si mesmo que o certo era ser certo, quando o errado prevalece numa sociedade que instiga você a repensar suas idéias. Sexo é tão fácil, é tão simples, nada exige mais do que uma ereção e vontade. Diga-se de passagem, que nem sempre vontade e sim necessidade, seja física, moral ou financeira. Ia esquecendo (depois eu respondo a segunda pergunta que eu fiz achando que vocês estavam fazendo). Esquecendo do financeiro. Não me conformo com a prostituição, cobrar por algo que é tão bom é desumano. Dever-se-ia pagar, mas que ninguém se atrevesse a receber por isso. Comercializar o corpo não é bom, bom é descobri-lo de vergonha e das roupas. Quanto à segunda resposta. Fui eu sim que fiz. Fui eu que bati nas teclas do meu PC de forma desesperada para não perder tempo e o “prazer” no raciocínio. Fique bem claro, no R.A.C.I.O.C.Í.N.I.O. Fica minhas palavras, sem motivo, sem justificativa e sem intenção de julgamento algum, seu ou meu, ao meu texto ou a mim. Eu finalizo tudo, dizendo que, “Se tudo que eu escrevesse fosse verdade, eu seria uma mentira!”.

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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Definitivamente, tudo nessa vida é “chato”. Mas, tudo também é “bom”

Todo final de tarde de domingo, é “chato”. Saudades, cansaço, programação de TV. O “bom” é a noite que chega depois da tarde, onde você pára pra repensar as burrices que fez no final de semana que termina depois daquele lanche no shooping no final de “tarde de domingo”. Toda viagem é “chata”. Fazer e desfazer malas, estrada, perigo, sol, chuva, poeira. “O bom é contar tudo que fez na viagem que você fez.” Conversas nas madrugadas são “chatas”. O dia chega, o sono incomoda a manhã, a tarde e até que você volte para a cama (onde a conversa não deixou você dedicar-se a ela completamente) continuará incomodando. O “bom” é acordar o amigo no outro dia com a cara amassada dizendo que não dormiu nada e se sentir feliz por isso. Trabalhar é “chato”. Ler, pensar, escrever, produzir algo que comprove sua habilidade. O “bom” mesmo é ser elogiado, reconhecido pelo esforço e dedicação. Ver seu colega todos os dias e muitas vezes ouvir seus problemas para você saber que não só você os tem. Sol é “chato”. Calor, protetor solar, boné, óculos de sol. O “bom” é ficar na praia vendo como as pessoas se divertem com os raios escaldantes de sol, cair no mar, ficar seco pra ter que voltar ao mar. Escrever é “chato”. As pessoas não lêem sempre, não prestam atenção nas entrelinhas e você perde o tempo que dedicou para redigir. O “bom” é quando alguém que você nunca imaginou diz que leu o que você escreveu, gostou e disse que voltaria a ler o que você digitar porque ela se satisfaz com isso. Definitivamente, tudo nessa vida é “chato”. Mas, tudo também é “bom”.

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terça-feira, 15 de setembro de 2009

O quê?

Eu queira, hoje, escrever algo interessante para se poder ler e admirar. Mas, estou naqueles dias de “nada pra fazer, nada pra pensar, nada pra se entender”. / Sinto um cansaço que me incomoda. E olha que meu trabalho não me toma o fôlego de tal forma, nem sou um atleta de competições de grandes desgastes físicos. Que complicação é a vida, que dificuldade encontrar qualquer coisa que esclareça uma dúvida. Já estou cansado desse ceticismo. / Andei pensando nesse momento em oportunidades. Quando digo que andei, estou colocando o verbo na sua definição real de movimento. Caminhar 30 minutos até se chegar ao trabalho, quase que diariamente, me faz pensar e refletir. E isso tudo causa reflexos, no andar (que quase me atropelam às vezes) no pensar (que me sinto “outside me”) e principalmente no sentir as coisas (a moça da jujuba me parece tão “grossa” debaixo daquele sol escaldante, mas indiscutivelmente, é o sol que a deixa assim, acredito). / Abro um parênteses aqui. (A moça da Jujuba faz parte da minha vida intensamente e ela nem imagina isso. Engraçado não é? Ela nem idealiza que a quantidade de “doces” que ela me vende vale mais que o R$1,00 que eu pago. Quando eu a vejo, às vezes queria dizer: “OI moça que me adoça a vida!”. Mas, me deixa ficar em silêncio. Ela me parece tão “grossa” debaixo daquele sol escaldante) Fecho o parênteses aqui. / No pensar das oportunidades na minha vida, eu me vi pensando nas conversas que eu tenho no MSN e que as pessoas se fazem tão sinceras. Descobrir as necessidades do outro pelas palavras é um DOM, acredito nisso. Por que não acreditar? Têm amigas que me sentem. E eu me pergunto: “Como elas conseguem?”. / Dessas conversas, as poucas que me dão certeza de uma aproximação, dizem: Cee, abigo, Kafussah, Pessoa? Elas me interrogam assim. Alguns chegam, formalmente: Júlio? E a mais importante, ousa exclamar: Môh! (Ela não chama, ela diz que me quer ali claramente). Isso tudo é muito importante, por que das caminhadas, interrogações e conversas, poucos se fazem ser e estar. / Isso tudo eu escrevo sem saber o porquê de escrever. Como falei no início do “texto”, meu dia hoje se define em “nada” e meu cansaço ainda permanece aqui com uma vontade de devorar uma barra de chocolate (não tem nada haver a barra de chocolate, mas nesse momento foi a única coisa que me veio na cabeça e que eu teria o prazer de fazer). / Deixa-me ficar calado. Eu prefiro assim. Quando eu não tiver o que falar, tentarei não escrever para que você não chegue ao final do texto sem saber exatamente o que eu quis falar como eu estou aqui!

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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Olhar e não definir!

Deixe-me ficar em silêncio...

Não há uma definição de nada, há apenas...

Apenas uma fotografia sem cor...

Deixe-me em silêncio!

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terça-feira, 8 de setembro de 2009

Mãe, escuta...

Ela chama. Não, ela parou.. Ela continua me olhar longe, tão vagamente... Ela não parou, agora sim, ela parou... Falou!.. Não ouvi... Preciso escutar o som... Apenas o som que trás consigo aquele leve ar de sensibilidade... Não deu tempo... O tempo, Mãe, o tempo, Mãe, o tempo. Miserável tempo. Sempre se vai... Deixa-nos perdido, Mãe, calma! Não chora. Olha a frente... Ela está lá... Esperando, aguardando cansada... Ela não se foi, Ela continua lá! Ela olha por eles, Eles nos olham e perguntam... Ela não responde! Mãe, fique calma, Ela vai voltar, ela vai estar aqui... Não é verdade! Ela não vai voltar! Mãe! Olha pra mim, Eu menti... Perdão... Prometo nunca mais fazer isso pra ti. Mãe, eu fico! Espero o tempo, Dane-se miserável tempo! Eu espero o momento... Como aquele que se remete ao passado... Como o nosso que é presente... Não quero um futuro... Dá medo... Mãe, eu sinto medo... Estou sozinho... Ela não está lá, ela se foi de verdade, eu fiquei! Fiquei a esperar, a chorar, a lembrar. Fiquei a quase morrer... De saudade! Mãe, escuta!
OBS: VC pode ler as linhas itálicas ou negritas separadas! Mas, leia tudo!

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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Que venham qualquer dia de almoços com sardinha... de sorvetes com gosto de sinceridade e conversas de autoajuda.... Que venham desabafos, lágrimas, sorrisos, gargalhadas, gritos, silêncio... Que venha o hoje, o amanhã... Que venham os anos e que tudo fique melhor que qualquer vinho... Acredito no tempo e no que ele proporciona... Acredito no real, acredito no fato e nos atos... Acredito que gosto... E que desde já agradeço por ser sentimental... Acredito na moral e no social... Acredito no "esculacho" e no "despaxo"... Na verdade, vou morrer acreditando que... Posso conhecer pessoas "indecifráveis, indiscutíveis, indefiníveis, inesquecíveis..."

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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

João Paulo

Eu abro um espaço pra ele. Não qualquer pessoa, não mais importante, mas Ele, meu irmão, meu novo amigo, um pedaço de uma vida encontrada. /Não sou de poucas palavras e não irei ser até que meus dedos calejados parem de bater nas teclas de qualquer PC que eu encontrar neste mundo. Outra vez falei aqui: “Hoje, não tento mais resumir nada, eu digo que o bom mesmo é falar o máximo que puder de qualquer coisa, de qualquer momento e de poucas pessoas”. Pois então, está aqui uma das poucas pessoas. /Uma conversa qualquer, no meu quarto, ao som de Ed Motta (de quem sou fã) com meu irmão. Qualquer coisa definiria esse momento, para os olhos de quem o vê, um mero momento, uma supérflua conversa de irmãos. Mas, não, não foi só apenas uma conversa, a intensidade dela se deu no ambiente (meu quarto), no turno da conversa bem definida e na espera por ela, que duraram 25 anos. /Aquele lugar tão só meu passou a ser nosso, sentados no chão, como sempre sonhei que fosse um dia, com a intimidade de irmãos. Conhecemos-nos pouco, mas o bastante para dizer, remexendo nos CD’s, “você ouve coisa boa” – imaginem você esperar isso e ouvir como você realmente queria ouvir. Se estou feliz? Deixo para você depois que ler o texto definir isso. /No mesmo instante um convite, chinelos, shorts foram nossos trajes de gala, nada menos importante, não quaisquer pessoas, éramos nós e isso já bastava. Um jantar, boa conversa e lembranças. Risadas, quem poderia pensar que elas ficariam de fora? Mesmo com uma mente conturbada de pensamentos que não se definem, existe um espaço pra sorrir, não há um ser humano que não sorria de algo, de alguém ou de alguma coisa durante o dia, e eu sou humano. /Naquela noite, recebi os Parabéns de 21 anos (4 anos depois) atrasados, não menos considerado. Comi uma picanha dupla dividida a dois (mulheres comem pouco, com exceção). Não partilhei da cerveja, mas as acompanhei com uma COCA gelada, minha bebida (não só minha) preferida. (João, olha o cabelo de Vicente) Abraão ou Moisés (oh dúvida) dividiu o mar vermelho no cabelo de um amigo. E o culpado da história? “Prefere perder um amigo ou um irmão?” – Sem dúvidas eu diria... O Quê? /Pela primeira, ou segunda, uma carona. Devagar, sempre devagar, moto – indiscutivelmente – não é das nossas melhores lembranças. Mudemos de assunto agora, por favor. /Uma pergunta que eu não tive resposta certa, apenas outra pergunta para responder a primeira: “Vamos nos ver ainda nesse final de semana né?” – “Você quer?” (Perguntar ofende, incontestavelmente). Mais do que ninguém, eu queria. A resposta era: “Claro, óbvio, com certeza, sem dúvida”, e titubeei, quase perdi a oportunidade, mas, não perdi. /Enfim, entre perguntas e respostas “sem noção” - Quase a metade de um almoço. Antes de qualquer um, ouso tocar em algo, mas meu irmão toca em tudo antes de qualquer um (a piada ele entenderá, ou consumirá no seu prato posto a mesa). Sem formalidades, sem copos de cristais, sem nada especial, mas com um macarrão preparado para quem consome com prazer: É DE FAMÍLIA. Não é Luana (cunhada)? /Abro esse espaço para falar de alegria. Sem hora certa, por que para isso não existe lugar ou tempo definido. Eu precisava dizer que Amo, que me faz bem e que a vontade é que tudo aconteça como queremos e demos espaço para acontecer. Um abraço, indefinido, pra ser sincero, o melhor, o mais forte e mais verdadeiro. Eu queria tudo isso antes, mas tudo é como na vontade de Deus e não nossa. A partir daquele momento, um novo amigo, um velho (mais novo) irmão. Se formos dividir a quantidade de idas e vindas sem expressões ou olhares, eu diria que aquele abraço, subtraiu tudo, de uma forma infinitamente menor que qualquer partícula que se possa encontrar. /João Paulo, melhor falar de você antes de dizer qualquer nome, melhor reconhecer seu espaço do que qualquer outra coisa, melhor se dá em sangue do qualquer outra parte. /Eu ouvi: “Eu sempre quis ter um irmão” /Eu concluo: Prazer, me chamo (como queria me chamar) e esperei por isso 25 anos de minha vida!

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Eu vou mudar

Vou cortar o cabelo.

Vou usar aparelho.

Vou rasgar uma roupa nova e usar em outro estilo.

Vou comer fígado.

Vou dançar lambada.

Vou aprender francês.

Vou conhecer algum norueguês e aprender falar chinês.

Vou juntar latas e trocar por algodão-doce

Vou escrever um livro

Vou me atrever em um labirinto

Vou consumir alguma coisa nova

Vou gastar tudo que tenho em filmes de comédia

Vou alugar a moça das jujubas pra uma conversa sobre algo inteligente

Vou virar músico e gravar um CD de uma canção que diga: Eu te amo

Vou desfilar em um a escola de samba e dançar um tango

Vou gritar o nome de todo mundo que conhecer quando os vê

Vou comer arroz chinês de um cardápio em português

Vou ler um livro ao contrário

Vou ligar no horário mais caro

Vou comer só vegetal

Vou parar de ler jornal

Vou viajar pra Aruba

Vou conhecer o mundo no mapa

Vou atravessar a mata

Vou gritar

Vou pular

Vou fazer

Vou acreditar

Vou amar

Vou comprar

Vou fazer tudo e me arrepender de uma única coisa,

De não ter feito antes!

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terça-feira, 25 de agosto de 2009

25/08/2009

Saber que vai acontecer algo e prever isso antes de ocorrer não é normal, tanto que, você passa a não acreditar em si e começa viver uma outra pessoa que não você mesmo.
Hoje, eu precisei ouvir coisas que me fizeram ter certeza que eu não estou bem, que eu não estou sendo o que eu sempre fui, das poucas palavras eu lembro - “Você precisa se enxergar, você tem 25 anos e você não está sozinho” – aquilo me veio atordoar numa caminhada debaixo de chuva, onde o meu guarda-chuva, inconscientemente, não estava muitas vezes sobre minha cabeça.
Eu sinto muita falta de mim mesmo e das pessoas que amo, não por estarem longe, mas por estar precisando delas mais do que pensava que precisaria um dia. Eu sinto que vou perder tudo, não perder por completo, não “possuir”, mas ser talvez seguido de um segundo plano, de uma segunda forma, de um segundo lugar ou mesmo, de uma segunda confiança (se não entenderem, deixa, eu entendo o que quero dizer)...
A ajuda que preciso hoje, não é somente de correr aos braços de alguém e me sentir protegido, mais do que isso, eu preciso de uma certeza que me incomoda, afinal, nada é certo, como nada é completo, como nada é 100%, então nunca a terei.
Passando por meus álbuns de fotografias, eu percebi que a quantidades de risos, divididos ou subtraídos pelas minhas lágrimas hoje, estão no mesmo nível de intensidade. Não que eu busque isso, mas elas insistem em cair, e isso machuca muito, machuca por que na verdade eu queria paz, não aquela branca, de bandeirinha na mão e lágrimas de fé, mas uma paz que me traga um abraço, um carinho e uma frase dita de verdade: EU TE AMO!
Eu não deixaria isso morrer assim, eu não deixaria nada morrer se fosse consciente do que estou fazendo. Ando buscando respostas que não chegam, talvez por que eu as busque demais, é necessário deixar as coisas chegarem da forma que elas desejam chegar. Aprendi isso em um livro. (querendo ser inteligente)
Vamos parar e refletir em alguma coisa, na verdade, quem precisa parar sou eu. Parar de chorar, de lamentar, de talvez me culpar, e principalmente de preocupar, não que eu queira ser o centro, mas algumas pessoas dizem, “Você está mal eu também estou”, e eu acredito nisso quando olho nos olhos e nos lábios delas.
Eu preciso dizer que, apesar de tudo, eu AMO vocês, e não tenho nenhuma pretensão que me amem com a mesma intensidade, apenas me amem e isso já me faz bem.
Obrigado, desculpas...

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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Ele pede...

Meu coração dói, e eu não sinto isso de qualquer forma ou de qualquer jeito, imparcial e marginal. Eu sangro, como se algo tivesse cravado seu último centímetro nesse peito com poucos sentimentos, mas com muita intensidade.

Meu coração ama, e a forma mais complexa de sentir isso é com as lágrimas. Eu faria o mundo parar, para o tempo parar e meu coração não amar. Amar é ruim, mas, incontestavelmente, é a melhor forma de ser feliz.

Meu coração sente saudades, não daquelas saudades de coisa alguma, é aquela saudade viva de algo que não tive, que perdi e que ainda vou ganhar. Eu trataria do meu coração com um abraço, com um olhar ou simplesmente com uma imagem sem foco de uma janela por trás da tempestade.

Meu coração chora, chora tanto que eu não tenho lágrimas. Chora de uma forma que eu sinto a necessidade de parar. Poderia enxergar tudo próximo sem uma imagem conturbada pelas lágrimas, mas evitaria ver tudo com um coração livre, limpo e pronto para chorar mais uma vez, dessa vez, buscando a felicidade. Por isso, ele chora.

Meu coração é louco, louco por querer amar sem noção, sem senso e sem calma. A agitação de um filme de ação não traduz o palpitar no meu peito de um coração sem paz, sem linha, sem ele mesmo.

Meu coração morre, da forma que se diz, morre de morte morrida. Ele não tem culpa de estar falecendo de algo que ele não sabe, o coração é algo tão burro, que ele prefere morrer a reconhecer o erro de estar suicidando-se. Morrer não é tão ruim, eu sinto isso, viver essa morte é que... (deixo livre a continuação desse parágrafo).
Meu coração pede: um remédio para a dor, um limite para o amor, uma morte súbita da saudade, um lenço de papel para enxugar as lágrimas, juízo e por fim ele pede VIDA!

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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Williams Beetowe

E aí Beetowe?

Talvez um dos melhores, ou o melhor, mas o único que possui uma particularidade de respeito, compreensão e consideração tão dele. Um amigo, que não foi o tempo que disse que ele era meu irmão, mas seus atos.

È incompreensível conhecer as pessoas em tão pouco tempo e elas tomarem um espaço tão grande na sua vida. Beetowe (ou Beetówe, como prefiro chamar) me fez refletir sobre o ser e ter, ser e não ter e, principalmente entre o não ter e ser.

A vida me deu percas e eu encontrei no abraço e nas lágrimas desse meu “irmão” uma compaixão enorme de alguém que sente o que você sente tentando abrandar o que na verdade, só o tempo aliviará. Quando falo em perder, não digo no sentido figurado ou como dizem os mais cultos, metaforicamente, eu perdi no sentido real da palavra, sofri prejuízo, danos, deixei de ter.

Outro dia, eu quase perdi de novo, e a dor de perder algo que escorre de suas mãos é maior que a dor de perder algo que tiraram de você. Eu ia perdendo algo que passei três anos pra ter, que nunca tive pra ser sincero, conquistei, e a conquista se faz através do dia-a-dia de uma divisão de risadas, medos e comidas. (abro espaço para meus emoticons ¬¬ ).

O coração que bate, sente, sente ao ponto de fazer você não aceitar a dor de não ter as conversas, as risadas e o abraço, esse que diz, “caramba, sou teu irmão”. Mas, se existe algo em que acredito e usufruo disso, é a COMUNICAÇÃO.

Abrindo um parênteses para mim, digo que, a escolha do meu curso não foi economicamente pensado, mas, uma dádiva escolhida.

Depois de tudo, a conversa, o abraço e as escolhas. Hoje, não tento mais resumir nada, eu digo que o bom mesmo é falar o máximo que puder de qualquer coisa, de qualquer momento e de poucas pessoas.

Para se conhecer as pessoas e poder falar algo delas, é necessário conviver para saber o tamanho do seu coração, é preciso sentir e para valorizar um amigo é preciso reconhecê-lo como tal. Dessa forma, a gente ama de graça, sem pedir nada, no máximo, uma conversa ou um ouvido aberto.

Para a maioria das pessoas, um lugar apropriado para se buscar a felicidade é onde os sorrisos inflamados de alegria fazem a sua valsa para a fortuna. Para a beleza da vida, eu busco nas pequenas coisas e encontro nos “piores” momentos minha formação intelectual e emocional.

Um dia eu ouvi de um amigo que, eu teria que ter força pra suportar, e eu aprendi que as lágrimas aproximam as pessoas, por que nelas está a verdadeira prova de um coração aberto para dividir.

Um dia eu ouvi de um amigo que uma parede estava próxima de uma cabeça-baixa (eu entendo do que eu estou falando aqui, desculpas), e não deu tempo de se chocar. Não deu tempo, porque a mente do homem trabalha para o prazer e não para a dor.

Quando um dia eu não tiver mais o presente, guardarei as lembranças, um retrato e com certeza o tempo. Não usarei de ampolas, elas se quebram e jogam o que diriam que é “tempo” pelo ar. Eu guardarei na memória, onde enquanto o “tempo” não levar, ela continuará intacta.

Para a pessoa que me apoiou e que está do lado, como diria Vinicius de Morais: Sempre comigo um pouco atribulado E como sempre singular comigo.” Meus pensamentos, minhas palavras, meu sangue!

César

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