quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
MEDO
Eu estou sem palavras para qualquer texto, depois de ontem...
Limitei meu tempo ao conteúdo de uma taça de...
Percorri um caminho parado, apenas levado ao pensamento...
Eu dormi com os ouvidos cansados...
Eu senti MEDO...
Eu me senti agradecido e envergonhado...
Era você?
Era eu!
Eu não peço desculpas de nada, nem exigo que peçam... Leia Maissegunda-feira, 23 de novembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Desculpe-me Alice...
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
O CARA
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Joguei fora os últimos dias...
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Twittando
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Fique por Dentro
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Publicit(ar)ária e jornalist(ar)a
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
EI!
Cansei
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Palavras-chaves: Sentir, sofrer, amar, perdoar e recomeçar
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
SexO
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Definitivamente, tudo nessa vida é “chato”. Mas, tudo também é “bom”
Todo final de tarde de domingo, é “chato”. Saudades, cansaço, programação de TV. O “bom” é a noite que chega depois da tarde, onde você pára pra repensar as burrices que fez no final de semana que termina depois daquele lanche no shooping no final de “tarde de domingo”. Toda viagem é “chata”. Fazer e desfazer malas, estrada, perigo, sol, chuva, poeira. “O bom é contar tudo que fez na viagem que você fez.” Conversas nas madrugadas são “chatas”. O dia chega, o sono incomoda a manhã, a tarde e até que você volte para a cama (onde a conversa não deixou você dedicar-se a ela completamente) continuará incomodando. O “bom” é acordar o amigo no outro dia com a cara amassada dizendo que não dormiu nada e se sentir feliz por isso. Trabalhar é “chato”. Ler, pensar, escrever, produzir algo que comprove sua habilidade. O “bom” mesmo é ser elogiado, reconhecido pelo esforço e dedicação. Ver seu colega todos os dias e muitas vezes ouvir seus problemas para você saber que não só você os tem. Sol é “chato”. Calor, protetor solar, boné, óculos de sol. O “bom” é ficar na praia vendo como as pessoas se divertem com os raios escaldantes de sol, cair no mar, ficar seco pra ter que voltar ao mar. Escrever é “chato”. As pessoas não lêem sempre, não prestam atenção nas entrelinhas e você perde o tempo que dedicou para redigir. O “bom” é quando alguém que você nunca imaginou diz que leu o que você escreveu, gostou e disse que voltaria a ler o que você digitar porque ela se satisfaz com isso. Definitivamente, tudo nessa vida é “chato”. Mas, tudo também é “bom”.
Leia Maisterça-feira, 15 de setembro de 2009
O quê?
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Olhar e não definir!
Deixe-me ficar em silêncio...
Não há uma definição de nada, há apenas...
Apenas uma fotografia sem cor...
Deixe-me em silêncio!
Leia Maisterça-feira, 8 de setembro de 2009
Mãe, escuta...
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Que venham qualquer dia de almoços com sardinha... de sorvetes com gosto de sinceridade e conversas de autoajuda.... Que venham desabafos, lágrimas, sorrisos, gargalhadas, gritos, silêncio... Que venha o hoje, o amanhã... Que venham os anos e que tudo fique melhor que qualquer vinho... Acredito no tempo e no que ele proporciona... Acredito no real, acredito no fato e nos atos... Acredito que gosto... E que desde já agradeço por ser sentimental... Acredito na moral e no social... Acredito no "esculacho" e no "despaxo"... Na verdade, vou morrer acreditando que... Posso conhecer pessoas "indecifráveis, indiscutíveis, indefiníveis, inesquecíveis..."
Leia Maissegunda-feira, 31 de agosto de 2009
João Paulo
Eu abro um espaço pra ele. Não qualquer pessoa, não mais importante, mas Ele, meu irmão, meu novo amigo, um pedaço de uma vida encontrada.
/Não sou de poucas palavras e não irei ser até que meus dedos calejados parem de bater nas teclas de qualquer PC que eu encontrar neste mundo. Outra vez falei aqui: “Hoje, não tento mais resumir nada, eu digo que o bom mesmo é falar o máximo que puder de qualquer coisa, de qualquer momento e de poucas pessoas”. Pois então, está aqui uma das poucas pessoas.
/Uma conversa qualquer, no meu quarto, ao som de Ed Motta (de quem sou fã) com meu irmão. Qualquer coisa definiria esse momento, para os olhos de quem o vê, um mero momento, uma supérflua conversa de irmãos. Mas, não, não foi só apenas uma conversa, a intensidade dela se deu no ambiente (meu quarto), no turno da conversa bem definida e na espera por ela, que duraram 25 anos.
/Aquele lugar tão só meu passou a ser nosso, sentados no chão, como sempre sonhei que fosse um dia, com a intimidade de irmãos. Conhecemos-nos pouco, mas o bastante para dizer, remexendo nos CD’s, “você ouve coisa boa” – imaginem você esperar isso e ouvir como você realmente queria ouvir. Se estou feliz? Deixo para você depois que ler o texto definir isso.
/No mesmo instante um convite, chinelos, shorts foram nossos trajes de gala, nada menos importante, não quaisquer pessoas, éramos nós e isso já bastava. Um jantar, boa conversa e lembranças. Risadas, quem poderia pensar que elas ficariam de fora? Mesmo com uma mente conturbada de pensamentos que não se definem, existe um espaço pra sorrir, não há um ser humano que não sorria de algo, de alguém ou de alguma coisa durante o dia, e eu sou humano.
/Naquela noite, recebi os Parabéns de 21 anos (4 anos depois) atrasados, não menos considerado. Comi uma picanha dupla dividida a dois (mulheres comem pouco, com exceção). Não partilhei da cerveja, mas as acompanhei com uma COCA gelada, minha bebida (não só minha) preferida. (João, olha o cabelo de Vicente) Abraão ou Moisés (oh dúvida) dividiu o mar vermelho no cabelo de um amigo. E o culpado da história? “Prefere perder um amigo ou um irmão?” – Sem dúvidas eu diria... O Quê?
/Pela primeira, ou segunda, uma carona. Devagar, sempre devagar, moto – indiscutivelmente – não é das nossas melhores lembranças. Mudemos de assunto agora, por favor.
/Uma pergunta que eu não tive resposta certa, apenas outra pergunta para responder a primeira: “Vamos nos ver ainda nesse final de semana né?” – “Você quer?” (Perguntar ofende, incontestavelmente). Mais do que ninguém, eu queria. A resposta era: “Claro, óbvio, com certeza, sem dúvida”, e titubeei, quase perdi a oportunidade, mas, não perdi.
/Enfim, entre perguntas e respostas “sem noção” - Quase a metade de um almoço. Antes de qualquer um, ouso tocar em algo, mas meu irmão toca em tudo antes de qualquer um (a piada ele entenderá, ou consumirá no seu prato posto a mesa). Sem formalidades, sem copos de cristais, sem nada especial, mas com um macarrão preparado para quem consome com prazer: É DE FAMÍLIA. Não é Luana (cunhada)?
/Abro esse espaço para falar de alegria. Sem hora certa, por que para isso não existe lugar ou tempo definido. Eu precisava dizer que Amo, que me faz bem e que a vontade é que tudo aconteça como queremos e demos espaço para acontecer. Um abraço, indefinido, pra ser sincero, o melhor, o mais forte e mais verdadeiro. Eu queria tudo isso antes, mas tudo é como na vontade de Deus e não nossa. A partir daquele momento, um novo amigo, um velho (mais novo) irmão. Se formos dividir a quantidade de idas e vindas sem expressões ou olhares, eu diria que aquele abraço, subtraiu tudo, de uma forma infinitamente menor que qualquer partícula que se possa encontrar.
/João Paulo, melhor falar de você antes de dizer qualquer nome, melhor reconhecer seu espaço do que qualquer outra coisa, melhor se dá em sangue do qualquer outra parte.
/Eu ouvi: “Eu sempre quis ter um irmão”
/Eu concluo: Prazer, me chamo (como queria me chamar) e esperei por isso 25 anos de minha vida!
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Eu vou mudar
Vou cortar o cabelo.
Vou usar aparelho.
Vou rasgar uma roupa nova e usar em outro estilo.
Vou comer fígado.
Vou dançar lambada.
Vou aprender francês.
Vou conhecer algum norueguês e aprender falar chinês.
Vou juntar latas e trocar por algodão-doce
Vou escrever um livro
Vou me atrever em um labirinto
Vou consumir alguma coisa nova
Vou gastar tudo que tenho em filmes de comédia
Vou alugar a moça das jujubas pra uma conversa sobre algo inteligente
Vou virar músico e gravar um CD de uma canção que diga: Eu te amo
Vou desfilar em um a escola de samba e dançar um tango
Vou gritar o nome de todo mundo que conhecer quando os vê
Vou comer arroz chinês de um cardápio em português
Vou ler um livro ao contrário
Vou ligar no horário mais caro
Vou comer só vegetal
Vou parar de ler jornal
Vou viajar pra Aruba
Vou conhecer o mundo no mapa
Vou atravessar a mata
Vou gritar
Vou pular
Vou fazer
Vou acreditar
Vou amar
Vou comprar
Vou fazer tudo e me arrepender de uma única coisa,
De não ter feito antes!
Leia Maisterça-feira, 25 de agosto de 2009
25/08/2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Ele pede...
Meu coração ama, e a forma mais complexa de sentir isso é com as lágrimas. Eu faria o mundo parar, para o tempo parar e meu coração não amar. Amar é ruim, mas, incontestavelmente, é a melhor forma de ser feliz.
Meu coração sente saudades, não daquelas saudades de coisa alguma, é aquela saudade viva de algo que não tive, que perdi e que ainda vou ganhar. Eu trataria do meu coração com um abraço, com um olhar ou simplesmente com uma imagem sem foco de uma janela por trás da tempestade.
Meu coração é louco, louco por querer amar sem noção, sem senso e sem calma. A agitação de um filme de ação não traduz o palpitar no meu peito de um coração sem paz, sem linha, sem ele mesmo.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Williams Beetowe
E aí Beetowe?
Talvez um dos melhores, ou o melhor, mas o único que possui uma particularidade de respeito, compreensão e consideração tão dele. Um amigo, que não foi o tempo que disse que ele era meu irmão, mas seus atos.
È incompreensível conhecer as pessoas em tão pouco tempo e elas tomarem um espaço tão grande na sua vida. Beetowe (ou Beetówe, como prefiro chamar) me fez refletir sobre o ser e ter, ser e não ter e, principalmente entre o não ter e ser.
A vida me deu percas e eu encontrei no abraço e nas lágrimas desse meu “irmão” uma compaixão enorme de alguém que sente o que você sente tentando abrandar o que na verdade, só o tempo aliviará. Quando falo em perder, não digo no sentido figurado ou como dizem os mais cultos, metaforicamente, eu perdi no sentido real da palavra, sofri prejuízo, danos, deixei de ter.
Outro dia, eu quase perdi de novo, e a dor de perder algo que escorre de suas mãos é maior que a dor de perder algo que tiraram de você. Eu ia perdendo algo que passei três anos pra ter, que nunca tive pra ser sincero, conquistei, e a conquista se faz através do dia-a-dia de uma divisão de risadas, medos e comidas. (abro espaço para meus emoticons ¬¬ ).
O coração que bate, sente, sente ao ponto de fazer você não aceitar a dor de não ter as conversas, as risadas e o abraço, esse que diz, “caramba, sou teu irmão”. Mas, se existe algo em que acredito e usufruo disso, é a COMUNICAÇÃO.
Abrindo um parênteses para mim, digo que, a escolha do meu curso não foi economicamente pensado, mas, uma dádiva escolhida.
Depois de tudo, a conversa, o abraço e as escolhas. Hoje, não tento mais resumir nada, eu digo que o bom mesmo é falar o máximo que puder de qualquer coisa, de qualquer momento e de poucas pessoas.
Para se conhecer as pessoas e poder falar algo delas, é necessário conviver para saber o tamanho do seu coração, é preciso sentir e para valorizar um amigo é preciso reconhecê-lo como tal. Dessa forma, a gente ama de graça, sem pedir nada, no máximo, uma conversa ou um ouvido aberto.
Para a maioria das pessoas, um lugar apropriado para se buscar a felicidade é onde os sorrisos inflamados de alegria fazem a sua valsa para a fortuna. Para a beleza da vida, eu busco nas pequenas coisas e encontro nos “piores” momentos minha formação intelectual e emocional.
Um dia eu ouvi de um amigo que, eu teria que ter força pra suportar, e eu aprendi que as lágrimas aproximam as pessoas, por que nelas está a verdadeira prova de um coração aberto para dividir.
Um dia eu ouvi de um amigo que uma parede estava próxima de uma cabeça-baixa (eu entendo do que eu estou falando aqui, desculpas), e não deu tempo de se chocar. Não deu tempo, porque a mente do homem trabalha para o prazer e não para a dor.
Quando um dia eu não tiver mais o presente, guardarei as lembranças, um retrato e com certeza o tempo. Não usarei de ampolas, elas se quebram e jogam o que diriam que é “tempo” pelo ar. Eu guardarei na memória, onde enquanto o “tempo” não levar, ela continuará intacta.
Para a pessoa que me apoiou e que está do lado, como diria Vinicius de Morais: “Sempre comigo um pouco atribulado E como sempre singular comigo.” Meus pensamentos, minhas palavras, meu sangue!